Eu não escrevo para ser lida.
Escrevo por que sou um ser defeituoso que encontrou uma maneira perfeita de expressar o seu modo de compreender o mundo, e nessas palavras eu coloco medos, frustrações, felicidades, sonhos, paixões, recordações e vontades.
As palavras me deram a liberdade que eu nem sabia que existia.
Escrevo, crio, penso, conto, apago, rabisco e reescrevo, assim sucessivamente.
Engraçado é quando as pessoas me perguntam se eu desisti de escrever, e a resposta vem implacável e em bom tom: - Não desisti de escrever, até por que eu não vou atrás das palavras as palavras é que vem até mim.
Heloiza Dias
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